Agradecimentos

Quero agradecer a todos os amigos que compareceram ao lançamento de Menelau e os homens (Casarão do Verbo, 2012, ficção), ontem (dia 8 de março), e lotaram o restaurante Grande Sertão. Quero agradecer também à editora Casarão do Verbo e aos editores Rosel e Renata Soares; à assessora de comunicação que me auxiliou nesse processo de lançamento, Maria Clara Lima; e ao restaurante Grande Sertão, em especial a Rosy e Ronaldo Teixeira, que receberam a proposta de braços abertos, em uma parceria que já vem de longa data!

Muito obrigado a todos vocês!

Anúncios

Fotos do lançamento

Seguem algumas fotos do lançamento de Menelau e os homens (Casarão do Verbo, 2012, ficção), que aconteceu ontem (dia 8 de março), no restaurante Grande Sertão, em Salvador.

Este slideshow necessita de JavaScript.

O lançamento: como chegar

Você já sabe como chegar ao restaurante Grande Sertão para o lançamento de Menelau e os homens? Olha aqui o mapa!
 


 
O lançamento acontece quinta-feira, dia 8 de março, a partir das 19h. Até lá!

Serviço

O que: lançamento do livro Menelau e os homens (Casarão do Verbo, 2012, ficção), de Dênisson Padilha Filho
Quando:
dia 8 de março, quinta-feira, às 19h
Onde:
restaurante Grande Sertão (Rua Adelaide Fernandes da Costa, 122 – Costa Azul, em frente ao Parque Costa Azul, Salvador)
Quanto custa o livro: R$ 25 (no dia do lançamento)

O vaqueiro Moisés

O sol, em todas as manhãs daquela quadra do ano, custava a varar a cerração pesada que recaía sobre a galharia seca do baixio, quadrante esquecido pelas chuvas, ao menos durante boa parte do ano. Tudo por quanto pudesse um homem assentar suas vistas era estático e infinitamente mordaz e, àquela hora, somente uma criatura se movia naquela penumbra devoluta de caatinga e carrascais pedregosos. O vaqueiro do Sítio do Calumbi. Seu cavalo, que dormira na manga logo detrás da casa, já atado ao mourão do curral, o acompanhava com os olhos. Assentia com mansidão o colocar da manta e da sela sobre si. Moisés, o vaqueiro, arrastando suas botinas velhas, ao tempo em que entrava no pequeno cômodo e saía com as peças do jaez de sua montaria, marcava, ora pelo chão de lajota, ora pela soleira da porta, ora pelo chão do terreiro, uma cadência monótona de sola e esporas. Única e primeira música das alvoradas da sequidão friorenta do baixio do Rio de Contas.

Colocou Moisés o peso sobre o estribo do seu cavalo ruço e saiu encourado e imponente. O cavalo, a pisar sutilmente e sem alarde, rumava com seu cavaleiro para dentro da galharia espinhenta. Moviam-se discretos, para não acordar o mundo.

A foto foi daqui.